Por que gostamos de estudar algumas coisas, e não outras?

A palavra “gostar” remete à ideia de “prazer”. Segundo estudos em áreas ligadas à neurociência, as experiências de prazer são sensações corporais agradáveis, que a Natureza nos oferece, para “premiar” comportamentos que favoreçam a sobrevivência do indivíduo e a preservação da espécie. Ao que parece, uma série de neurotransmissores é ativada para nos trazer essas sensações positivas quando matamos a fome ou conseguimos um momento para dormir, por exemplo. Mesmo que não estejamos exatamente com a vida sob ameaça, carregamos essa herança evolutiva em nossos corpos. Continue Lendo “Por que gostamos de estudar algumas coisas, e não outras?”

Bons hábitos de sono podem fazer a diferença

Já se foi o tempo em que se imaginava o corpo como algo separado da mente. Cada vez mais estudos apontam para a “organicidade” da vida e a necessidade de pensar essas duas dimensões como uma coisa só. Uma dos principais achados desses estudos diz respeito aos efeitos de um bom sono sobre o corpo e a mente – e sobre os enormes prejuízos de não se dormir adequadamente. É preciso ter uma rotina de sono que inclua um bom tempo (de 6 a 9 horas, variando por faixa etária e de um indivíduo para outro) e condições favoráveis. Continue Lendo “Bons hábitos de sono podem fazer a diferença”

Concentração na prática: a técnica “pomodoro”

No final dos anos 80, o estudante italiano Francesco Cirillo estava experimentando um período de baixa produtividade nos estudos, em seu segundo ano de universidade. Observando uma colega que estudava com enorme concentração, ele começou a se analisar criticamente. Por que tantas coisas o distraiam? Por que ele não conseguia estudar sem se deixar interromper? Continue Lendo “Concentração na prática: a técnica “pomodoro””

Aprender em sala para não ficar “endividado” em casa

De modo bastante simples, podemos dizer que existem dois “momentos” de estudo em um modelo escolar tradicional: durante a aula e em casa. Do ponto de vista da aprendizagem, o primeiro costuma ser mais “passivo”, pois o professor detém a centralidade do discurso e da transmissão de conteúdos. Por sua vez, o estudo em casa costuma exigir uma postura mais ativa do aluno, na medida em que o ritmo das atividades é determinado por ele mesmo.

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